(Des)confortos do Corpo e da Mente: um cuidado atravessado
Acolhendo na palavra e no corpo - quando escutar-se se torna um ato de (re)existência
Sobre mim
Prazer! Sou Débora, psicóloga clínica -CRP 06/202603, formada pela Universidade de São Paulo e instrutora de Yoga formada pelo Yoga Em Movimento.
Meu trabalho nasce do desejo de abrir espaços de existência—de criar bordas onde novas formas de ser possam emergir. Acredito que nomear e incorporar é des-represar: ao dar palavra e gesto ao que nos atravessa, damos vazão ao que antes parecia inominável, reinscrevendo no corpo o que antes era "só" excesso ou silêncio. Se a linguagem molda e também limita, expandi-la é um ato de abertura, de reinvenção do possível.
Minha trajetória transita entre a clínica, a docência e a pesquisa, com experiência em psicanálise e práticas integrativas. Trabalho a partir da escuta sensível ao corpo e à palavra, ao que se manifesta nos sintomas e ao que ecoa nas entrelinhas. Meu compromisso é com um cuidado que não separa mente e corpo, que entende que o sofrimento é também um discurso com necessidade de politização, e que escutar-se é um ato de resgate e transformação ( e por que não, de revolução?).


Como posso te ajudar?
Quando escutamos nosso corpo no que ele tem a nos dizer—quando o acolhemos, na carne e na palavra—há aí a prenúncia de uma existência se (re)fazendo. Trabalho com pessoas que buscam compreender suas dores e padrões, historicizar suas vivências e narrar a si mesmas de um novo lugar.
A clínica é um espaço de elaboração, de desatar nós, de nomear o que oprime, de reencontrar desejo e agência. Através do diálogo entre a psicanálise e as práticas corporais, construímos um percurso singular, respeitando seus tempos, seus silêncios, suas descobertas.
Atendo queixas como:
Autocobrança, autocrítica e perfeccionismo
Ansiedade, estresse e exaustão
Queixas psicossomáticas
Transtornos alimentares
Processos de autoconhecimento
Luto, doenças ameaçadoras à vida e cuidados paliativos
Abuso de substâncias
Se há algo em você que insiste, que retorna, que pede por voz e por vazão, talvez seja o momento de escutar.